Por que a reputação é tão importante para uma empresa?

 

 

A reputação é afetada por acontecimentos ruins ou bons, que chegam ao conhecimento de clientes, amigos, inimigos e as vezes, até em simultâneo da mídia; sendo verdade ou não, de forma silenciosa corre online e off-line gerando rumores, que do dia para a noite ou até em poucas horas, podem arruinar uma empresa.

A reputação de uma empresa afeta consideravelmente as finanças; e se tiver papeis negociados na Bolsa, piora tudo. E pasmem, há empresas monitoram a reputação de seus concorrentes através de aplicativos, esperando a melhor hora, para lançarem produtos ou notícias, em detrimento da situação delicada dos rivais de mercado.

Um dos aplicativos bem usado nos EUA é o Perch by ThriveHive, que segundo o fabricante, permite identificar e acompanhar os concorrentes e ainda, monitora o próprio desempenho nas mídias sociais, mantendo o gestor atualizado sobre o que a concorrência está fazendo, objetivando refinar o posicionamento nas mídias.

A reputação é impactada por tudo que a diretoria, funcionários e clientes fazem ou como se comportam. Toda decisão, interação, ação e até a linguagem corporal no atendimento ao cliente, pode afetar a reputação. Quem nunca viu nas portas de lojas ou postos de gasolina a famosa faixa: “Sob nova direção”?

Um grosseria, uma deselegância ou algum ato impensado que se presuma ser um assédio, por exemplo, já é o bastante para influir na imagem de uma empresa, gerando perdas de credibilidade e até processos judiciais; e equipes devem ser treinadas e conscientizadas.

Em 2018, num evento para síndicos fui convidado pela Produção para cobrir o espaço de 20 minutos, por o palestrante estar no trânsito; falei informalmente da reputação dos gestores/empresa em exigir larga experiência de candidatos, frente à falta de treinamentos, versus o número de processos trabalhistas, foi o bastante para incendiar os ânimos! Esse assunto abordarei em breve em outro artigo com mais detalhes.

A relação treinamento versus a reputação, são assuntos que não podem ser dissociados, deixo isso bem claro nos dois artigos anteriores (Discriminação racial e de gênero na empresa e “O risco criminal da reputação das empresas frente a comportamentos inadequados de conduta” )que são pertinentes na abordagem de treinamentos de educação legal-corporativa nas empresas.

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Autor – Prof. Marco Aurélio, graduado em Psicologia (1992) e Direito (2006), estudioso de temas corporativo-penal. Faz palestas com ênfase comportamental-penal do candidato. Educador Corporativo, leciona cursos e treinamentos, entre eles Gerenciamento de Riscos Criminais, para líderes, gerentes e funcionários, conscientizando e didaticamente prevenindo sobre comportamentos e condutas inadequadas, que representam riscos à luz das leis penais e editor do site www.FraudesCorporativas.com.br – Contatos: <superexpresso@yahoo.com.br>

Esse artigo pode ser publicado em outras mídias com o devido crédito.

  • Post Scriptum:

Há mais uma matéria interessante no site FraudesCorporativas, que também versa a área comportamental, sobre a psique de um fraudador, sendo inclusive uma das campeãs de leitura!”Entrando na mente de um fraudador” http://www.fraudescorporativas.com.br/2019/05/entrando-na-mente-de-um-fraudador/

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