Sigilo e Confiabilidade – Política de controle de informações estratégicas

 

O mercado tem exigido postura rigorosa das empresas com relação às informações internas, que orientam suas estratégias de ação. Porque a concorrência acirrada, resultante da abertura e expansão dos mercados globais, pode estimular o vazamento de dados confidenciais e de segredos importantes, seja em relação aos clientes ou ao um plano de desenvolvimento, por exemplo, colocando em risco a sobrevivência do negócio. A preocupação com segurança da informação está associada também à preservação de marcas e da reputação corporativa.

São vários os mecanismos para garantir o controle do fluxo interno de informações, seja tecnológico ou punitivo. Mas antes de qualquer medida, a empresa precisa ter um diálogo aberto e franco com seus executivos em funções estratégias, que detêm essas informações, bem como conscientizar o publico interno sobre a importância da segurança do que for sigiloso e confidencial.

Para efeito jurídico é fundamental à empresa boa dose de precaução e desenvolver uma Política de Sigilo e Confidencialidade da Informação, que deve começar no momento em que é assinado o contrato de trabalho. O colaborador precisa estar ciente de que será responsabilizado legalmente caso se envolva nesse tipo de crime e assinar o Termo de Compromisso de Confiabilidade.

Pode-se falar em crime com base no Código Penal que assim classifica a revelação de segredo que o empregado tenha ciência em razão de sua profissão e cuja revelação possa causar danos a terceiros. No entanto, para se chegar a esse ponto a empresa precisa ter instrumentos para gerar evidências que instruam a Justiça. Esse processo já é possível com ajuda da Tecnologia da Informação, capaz de monitorar e bloquear informações e qualquer tipo de acesso on-line, como blogs, e-mails, MSN, redes sociais, telefones, áreas de armazenagem, papéis e impressoras.

O volume de informações geradas internamente pode ser classificado e hierarquizado. Até, se for o caso, guardado em cofres eletrônicos. Claro que tudo depende do tipo de empresa e da sua área de atuação. Mas acima disso, o bom relacionamento interno é fundamental para que o clima não fique denso. Afinal, a partir do momento em que o colaborador entra para uma empresa é como se entrasse para defender um time. O jogo é coletivo, as empresas que atuam na mesma área são concorrentes e estão ávidas para conquistar seu mercado. Por isso a estratégia do time tem que ser mantida em segredo sempre, porque no mercado a partida, depois que começou, não tem fim.

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Associação das Empresas de Serviços Contábeis de São José do Rio Preto e Região

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